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Reunir pessoas em torno de uma possibilidade compartilhada.
Há séculos, pequenas figuras de pedra verde guardam histórias de cuidado, proteção e encontro na Amazônia. Essa trajetória inspirou o Muirí, nosso símbolo da sorte, e a maneira como a Sorterama acredita nela: algo que também se constrói em conjunto.
Uma pequena forma que atravessou gerações.
Para antigas sociedades indígenas do Baixo Amazonas, especialmente as ligadas às tradições Tapajó/Santarém e Konduri, o muiraquitã foi mais do que uma pedra cuidadosamente esculpida.
Registros históricos e arqueológicos o associam a adornos, amuletos de proteção, sinais de prestígio e objetos valiosos compartilhados em redes de troca. Sua presença em lugares distantes também fala de deslocamentos, relações e conhecimentos que conectavam comunidades amazônicas.
Não existe uma única interpretação capaz de resumir o que ele significou para todos os povos. Muitas peças chegaram aos museus longe de seu contexto original. Por isso, contamos essa trajetória com respeito: celebrando a habilidade, a memória e os vínculos que ela revela, sem falar em nome dessas culturas.
Em Macunaíma, o muiraquitã é uma lembrança dada ao protagonista por Ci, seu grande amor.
Quando perde o amuleto, Macunaíma parte em uma longa jornada para recuperá-lo. A busca que atravessa o livro não é apenas por uma pedra: é também por afeto, lembrança e pertencimento. Publicada em 1928, a obra de Mário de Andrade tornou o muiraquitã conhecido por leitores de todo o Brasil.
Das memórias da Amazônia às páginas de Macunaíma, o muiraquitã passou a fazer parte de outras histórias brasileiras. Em janeiro de 1993, o Banco Central colocou em circulação a cédula de 500 mil cruzeiros em homenagem ao centenário de Mário de Andrade. No verso, entre referências à sua obra, aparece um muiraquitã — uma pequena imagem que chegou às mãos de pessoas em todo o país.
Leia o comunicado do Banco Central
O símbolo
O personagem
Quando procurávamos uma imagem para falar de sorte, encontramos no muiraquitã algo maior que o acaso: uma história de proteção, afeto, encontro e coisas valiosas que passam de pessoa para pessoa.
Foi essa trajetória que inspirou a forma do nosso símbolo. Depois, ele ganhou expressão, voz e um nome: Muirí. Seu significado dentro da Sorterama é próprio. Para nós, sorte também é encontrar pessoas, colaborar, compartilhar e construir algo em conjunto.
Muirí é um personagem original da marca. Ele não reproduz um artefato arqueológico nem representa um povo indígena específico; é uma interpretação visual inspirada nessa trajetória cultural.
Reunir pessoas em torno de uma possibilidade compartilhada.
Cada participação faz parte de uma organização maior.
Informação clara, comprovantes e resultados ao alcance do grupo.
Confiança nasce quando todas as etapas podem ser acompanhadas.
A Sorterama organiza e financia grupos de jogos em loterias oficiais e intermedeia a aquisição de participações por cotas. A operação inclui registro dos jogos, guarda dos comprovantes, acompanhamento de resultados e administração do repasse de eventuais prêmios, nos limites do mandato aceito pelo participante.
A Sorterama é independente e não possui vínculo institucional, comercial ou operacional com a Caixa Econômica Federal ou com unidades lotéricas. Os jogos são registrados exclusivamente em canais ou agentes oficiais das Loterias CAIXA. A taxa administrativa é exibida separadamente antes da compra.
Atividade empresarial declarada: intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários — CNAE 7490-1/04. A classificação econômica não representa autorização ou credenciamento lotérico.
Conheça os bolões disponíveis e acompanhe cada etapa com transparência.